Operadoras americanas sofrem pressão para parar de usar equipamentos chineses

A operadora americana Sprint Nextel, e sua dona a Softbank, concordaram em não utilizar equipamentos feitos pela Huawei, fabricante chinesa de equipamentos de rede. A afirmação foi feita pelo presidente da comissão do congresso americano que, no ano passado, questionou a ligação da Huawei com o exército chinês.

O deputado republicano Mike Rogers disse que as duas companhias deram garantias de que não usarão equipamentos da Huawei na rede de telefonia móvel da Sprint. Eles ainda teriam se comprometido a substituir os equipamentos da Huawei na rede da Clearwire, uma operadora de rede de dados que a Sprint deve adquirir.

Rogers também declarou que Sprint e Softbank farão as mesmas promessas à Comissão de Investimentos Estrangeiros dos Estados Unidos, que monitora riscos à segurança nacional em acordos corporativos. Em outubro, a Softbank anunciou ter chegado a um acordo para adquirir 70% da Sprint Nextel.

A Huawei vem tentando apresentar sua versão dos fatos e já afirmou claramente que este tipo de ação do congresso americano é uma tentativa de impedir o crescimento da companhia chinesa, por conta de interesses econômicos. A Huawei estaria até considerando um IPO para elevar o nível de transparência dos negócios da fabricante de equipamentos de rede de telecomunicações. 
A impossibilidade da Sprint Nextel comprar soluções Huawei deve beneficiar a Nokia Siemens Networks. A fornecedora de equipamentos de rede tem registrado bom crescimento do negócio no Japão inclusive por conta das vendas para a Softbank naquele país. Com a compra da Sprint pela companhia japonesa, cresce o potencial da joint-venture entre Nokia e Siemens avançar naquele país.

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