Ranking de qualidade ainda é promessa

Encontrar operadora de qualidade, que oferte bons serviços de telefonia móvel, não é tarefa fácil para os usuários brasileiros, se depender dos órgãos de regulação. A falta de um ranking que classifique as prestadoras em função da qualidade ainda não virou realidade. Após a suspensão da venda de novas linhas em agosto deste ano, o presidente da Anatel, João Rezende, prometeu criar um ranking de qualidade estadual dos serviços que seria disponibilizado por meio do portal da Agência na internet.
No entanto, até agora, os únicos números que os usuários podem encontrar junto ao órgão regulador da telefonia móvel é um índice que leva em consideração a eficiência das operadoras em atender reclamações. Para o coordenador do Grupo de Pesquisa em Telecomunicações sem Fio (Gtel), Rodrigo Cavalcanti, “isso talvez ainda seja algo de difícil compreensão. O resultado final é que Anatel teria de pegar esses índices técnicos e transformá-los em um ranking de qualidade de fácil compreensão”.
De acordo com a assessoria de imprensa da Anatel, não há prazos para que o ranking seja disponibilizado para o acesso da população. Segundo o órgão, em breve será apresentado o primeiro relatório trimestral de fiscalização após a suspensão da venda de novas linhas. O documento irá analisar se os planos de investimentos apresentados pelas operadoras de telefonia celular foram efetivados e resultaram em melhorias na rede.
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