Na copa, quem vai brilhar mesmo é o 3G

Apesar das expectativas em torno do 4G, as teles trabalham para reforçar a capilaridade da rede 3G e 3G+ para suportar o tráfego de voz, dados e, especialmente, vídeo nos jogos do Brasil. 

“Não tenho dúvida que a maior parte da demanda da Copa, que será excepcional, será demandada pelo 3G”, sustentou Janilson da Silva Bezerra Junior, diretor de Inovação da TIM. Já o presidente da Vivo, Antonio Carlos Valente, não prevê problemas para a Copa das Confederações, mas pede agilidade do governo para 2014.

O tema Copa do mundo e capacidade de atendimento ao público foi um dos que estiveram em pauta no IV Seminário de Telecomunicações, realizado na Fiesp, na capital paulista. Além de reforçarem o 3G, as operadoras também valorizaram o papel do Wi-Fi para atender, principalmente, o público que irá ao estádio. 

“O provimento de serviço para quem está trabalhando na Copa já está definida pela Fifa (a Oi ganhou o contrato). O nosso desafio é atender quem está no estádio, quem quer roaming e mandar seu vídeo, seu MMS para seu país”, disse Valente, da Vivo

Atender a demanda de 4G para a Copa das Confederações, em 2013, não será tarefa complicada. “São poucos estádios e a cobertura será centralizada, além disso, haverá poucos terminais disponíveis e o serviço será ainda de valor elevado. O nosso desafio é aumentar o 3G e contornar o problema das antenas para as metas de 2014”, destacou ainda o executivo.

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