quinta-feira, 11 de outubro de 2018

Vivo será processada pelo governo do Distrito Federal

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Operadora destruiu cabos de sustentação da Rodoviária do Plano Piloto.

A Vivo irá receber mais um processo para a sua coleção. O governo do Distrito Federal irá processar a operadora por destruir cabos de sustentação da Rodoviária do Plano Piloto. 

O incidente aconteceu na última quarta-feira (10) e obrigou a Defesa Civil a interditar parte da estrutura.

No momento em que instalava antenas de internet, a operadora acabou rompendo, com uma furadeira, dez cabos de sustentação de uma viga entre o teto e o forro da rodoviária.

Para o site G1, o governador Rodrigo Rollemberg disse que irá cobrar da empresa a devida indenização pelos danos materiais causados ao patrimônio público do Distrito Federal.

O governo também irá acrescentar ao processo dano moral coletivo em razão da exposição ao risco das pessoas que transitavam no local, causando incômodo e apreensão.

A Telefônica, dona da Vivo, disse que os trabalhos eram executados por uma empresa terceirizada, prestadora de serviços. 

“A Vivo esclarece que já está em contato com os órgãos competentes para fornecer todas as informações necessárias e tomar as medidas cabíveis”, ressaltou a operadora, em nota.

A empresa também foi notificada pela Defesa Civil para que tenha ciência de que vai ter que arcar com todos os custos, seja de escoramento ou seja de recuperação. Em seguida, então, terá que fazer uma recuperação dos cabos rompidos.

VIU ISSO?


A área deverá ficar isolada por cinco dias. Ao todo, 2,4 mil metros quadrados foram isolados – 1,2 mil na plataforma inferior (incluindo o estacionamento), e outros 1,2 mil na superior. 

A interdição atingiu o conjunto de escadas mais próximo à Esplanada dos Ministérios e às catracas de acesso ao BRT.

De acordo com o DFTrans, quatro linhas ficam com o embarque alterado enquanto durar a interdição. São elas:

- 0.620 e 620.1: as linhas ligam o centro de Brasília a Planaltina. O embarque será feito no Eixo L, ao lado da plataforma superior, no trecho próximo ao Teatro Nacional

- 22.02 e 23.02: são as linhas paradoras do BRT. O embarque será feito no Eixinho W, entre o Conjunto Nacional e o Conic.

O acesso aos ônibus do BRT, segundo o DFTrans, continua a ser feito nas margens da plataforma B. 

Para contornar a interdição, um recuo foi montado entre as fitas de isolamento e os tapumes de obras, criando um "corredor" para os passageiros.



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