sexta-feira, 18 de maio de 2018

Operadora dos Correios terá conta bancária digital

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A conta virtual será oferecida gratuitamente para a base de clientes da prestadora, que conta hoje com 135 mil pessoas. 

A operadora dos Correios está mirando em um novo mercado: o de serviços financeiros digitais! A conta bancária digital será oferecida por meio da Surf Telecom (EUTV), empresa parceira que opera a rede da operadora Correios Celular.

O serviço financeiro será apresentado durante o Ciab Febraban 2018, que acontece entre 12 e 14 de junho, em São Paulo.

A Surf Telecom, inclusive, já tem autorização do Banco Central para ter sob sua custódia R$ 500 milhões.

O serviço será focado nas pessoas físicas que não possuem conta bancária. A empresa quer atrair os clientes dos Correios Celular, que atualmente somam mais de 135 mil. 

Esses clientes possuem um gasto médio mensal de R$ 33, um valor superior ao das grandes operadoras do mercado.

Apesar do número de clientes ser inferior aos 500 mil esperados pela direção da estatal para o primeiro ano da prestadora, que foi lançada em março de 2017, a empresa afirma que é um contingente que cresce diariamente.

Outro ponto positivo é que a operadora Correios Celular está se expandindo. Até o momento, a marca está presente em 50 DDDs de 16 estados do Brasil. No início deste mês, a prestadora foi lançada oficialmente no Mato Grosso do Sul.


Como irá funcionar a conta bancária digital?


A conta virtual será oferecida gratuitamente a todos os clientes do serviço pré-pago para que possam fazer remessa de dinheiro para seus parentes, sejam eles clientes ou não do mesmo serviço.

Será possível retirar o dinheiro no Banco Postal, já oferecido pelos próprios Correios, ou em um banco comercial. Os clientes ainda poderão fazer compras com seu cartão de débito.  

O consumidor não vai pagar pela operação bancária. Só vai pagar pelo cartão de débito e para colocar crédito (dinheiro) no cartão.

O lucro da Surf Serviços virá de atividades agregadas que a marca irá oferecer, como microcrédito.

Os Correios têm explorado novos segmentos, como os serviços financeiros, na busca por mercados que possam substituir a queda de receita com os serviços tradicionais, como correspondências, telegramas, entre outros.


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