quinta-feira, 24 de maio de 2018

Claro se declara contra lei que prevê roaming permanente no Brasil

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Lei permitiria que usuários usassem a internet e realizassem chamadas sem gastar o roaming em países da América.

A operadora Claro se posicionou, nesta quinta-feira (24), contra o projeto de lei que prevê o roaming permanente no Brasil. O projeto, que já circula há meses, permitiria que usuários usassem a internet e realizassem chamadas sem gastar o roaming em locais como Estados Unidos, México e Chile.

O projeto seria efetivado por meio de parceria entre diversos países da América. Assim, quem viesse de outros lugares para o Brasil também não precisaria gastar com taxas de roaming. 



O diretor-executivo de Assuntos Regulatórios da Claro Brasil, Oscar Petersen, declarou que a medida não seria tão benéfica quando parece.

Para ele, empresas como AT&T e Verizon, que estão pressionando a Anatel para a aprovação do projeto, poderiam atuar no Brasil sem se instalarem aqui.

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Dessa forma, essas operadoras iriam concorrer no mercado brasileiro sem aumentar a arrecadação do país, já que a receita iria ficar lá fora.

Petersen ainda afirma que se uma empresa quer investir na Internet das Coisas em nosso país, "que elas venham para cá competir no mercado, investindo no Brasil".

Vale lembrar que o Brasil assinou, em março, uma carta de intenção para estruturar ações políticas que visem ao fim do roaming internacional entre 19 países das américas

A meta é que a tarifa seja banida até 2022, principalmente entre regiões que fazem fronteira.



3 comentários:

  1. A proposta é boa, só precisa de adequação. Fazer como, por exemplo, na Europa que limita a 30 dias ininterruptos fora do país, devendo usar no país de origem após esse período, demostrando assim que se trata mesmo de um usuário em roaming, não um residente usando celular de outro país em detrimento das companhias que atuam em seu país e investiram na montagem da estrutura no país.

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    1. Exato. Seria perfeito se copiasse o modelo europeu.

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  2. Concordo...o correto é ter mesmo um tempo pra usar fora do país de origem assim como os 30 dias do modelo europeu.

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