Claro contesta parecer do Cade sobre fusão entre AT&T e Time Warner

Antes do julgamento no tribunal do Cade, a Claro contestou o parecer da Superintendência Geral do órgão que pede a impugnação da operação.


Antes do julgamento definitivo sobre a compra da Time Warner Cable pela AT&T no tribunal do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), a Claro Brasil enviou documento nesta semana ao órgão contestando o parecer da Superintendência Geral do órgão que pediu a impugnação da operação. 

No documento, a operadora se diz surpresa com o parecer emitido pelo Cade e contesta a parte do comunicado que não coloca as OTTs (over-the-top), como são chamados os provedores de serviços na internet como Netflix e Spotify, como concorrentes no mercado. 

Os provedores são encaixados como VoD (vídeo sob demanda, sigla em inglês), por isso a Claro alega que nem toda plataforma de vídeo sob demanda pode ser considerada uma OTT, já que muitos serviços usam as redes da TV por assinatura para atuarem. 

A Claro reforçou que o serviço de OTT são concorrentes no mercado e devem ser encaixados na Lei do SeAC (Serviço de Acesso Condicionado). Segundo a operadora, a fusão geraria queda nas receitas da TV paga, por conta do crescimento das OTT.  

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Por isso, a Claro/NET impõe franquias nos planos de banda larga fixa….