quinta-feira, 26 de outubro de 2017

Linhas pré-pagas devem reduzir pela metade até 2022, segundo estudo

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Consultoria Frost & Sullivan afirmou que a tendência de queda do pré-pago deve se manter até 2022. 

Nesta quinta-feira, 26, um estudo divulgado pela consultoria Frost & Sullivan apontou que as linhas móveis pré-pagas irão diminuir quase pela metade até 2022. Só até agosto deste ano, cerca de 6,21 milhões e linhas móveis pré-pagas foram canceladas. Ainda assim, a tendência de queda perdeu velocidade, já que comparando com os primeiros oito meses de 2016, o número de linhas canceladas foi de 8,31 milhões. 

Pela estimativa da consultoria, o Brasil deve fechar o ano com 147 milhões de linhas pré-pagas, uma perda de pouco mais de 11 milhões de linhas, já que em agosto foram registradas 158, 48 milhões de linhas móveis dessa categoria, de acordo com dados da Anatel. 

O estudo indica que a queda continuará a acontecer até 2022, quando devem existir apenas 79 milhões de linhas pré-pagas. Em contrapartida a diminuição do pré-pago, o relatório aponta que haverá um crescimento no número de linhas móveis pós-pagas, saltando de 70 milhões neste ano, para 109 milhões em 2022. 

Carina Gonçalves, analista da consultoria, afirmou que a queda das linhas pré-pagas no país se deve principalmente pelo fato das operadoras estarem investindo na migração de seus clientes para planos controle e pós-pago. Com informações do Valor. 

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