segunda-feira, 30 de outubro de 2017

Assim como Vivo e TIM, Claro também é criticada pela Fenattel

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Federação que defende os trabalhadores de telecom afirma que propostas da Claro são maléficas e chocam a Comissão.

A Claro e a Fenattel (Federação Nacional dos Trabalhadores em Empresas de Telecomunicações e Operadores de Mesas Telefônicas) realizaram, na última semana, uma reunião de negociação para definir os salários e benefícios de funcionários da operadora. O resultado? Para a federação, “a Claro apresentou uma proposta que chocou a Comissão”.


A proposta em questão incluía o reajuste de 0,5% na data base (setembro), a manutenção dos valores de pisos e benefícios, a extinção da cláusula de garantia de emprego após 30 dias de retorno das férias e alteração do banco de horas, para incluir todas as horas extras realizadas.

Em resposta, a Fenattel disse recusar prontamente as “propostas maléficas” da Claro, conforme afirmou em sua página oficial. A federação luta pelas reivindicações e direitos dos trabalhadores da área de telecom e, nos últimos meses, também reclamou sobre a Vivo, afirmando que ela desrespeita os trabalhadores, e a TIM, que “chora crise para não aumentar salários”.

Mas a Claro também fez uma segunda proposta, com reajuste salarial de 0,7% e, recusada novamente pela Comissão, disseram ser possível aumentar os salários em 1%. Como tópicos como reajuste nos pisos e benefícios, além de outras cláusulas da pauta de reivindicações da Fenattel foram citadas, a empresa ficou de avaliar as propostas e levar, em uma nova reunião prevista para 22 de novembro, outras sugestões para a federação e aos trabalhadores.

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