terça-feira, 11 de julho de 2017

5G deve ajudar pacientes a terem mais controle da saúde

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Relatório da Ericsson indica que os consumidores poderão controlar melhor sua saúde através de dispositivos móveis com a chegada da tecnologia.


O Brasil deve atingir US$ 7,5 bilhões de receitas com digitalização no setor de serviços de saúde em 2026, sendo US$ 4,1 bilhões vindas de operadoras de rede 5G, com uma média de crescimento de 84% entre 2020 e 2026.

O relatório ConsumerLab da Ericsson aponta que as principais áreas de geração de receita serão os aplicativos de pacientes de hospitais, que juntos terão 92% da receita. A pesquisa também revela que o 5G terão um impacto massivo no futuro dos sistemas de saúde.

A tecnologia 5G será crucial para dar uma eficiência ao setor de saúde no país, fornecendo uma transmissão de alta qualidade, com mobilidade e baixa latência. As redes de saúde devem passar a interagir com os pacientes, fazer o monitoramento remoto de sua condição médica e até realizar cirurgias com robôs de forma remota.

Com o 5G, os serviços de saúde devem ser descentralizados, saindo dos hospitais e chegando as residências com mais facilidade. As operadoras de telefonia móvel e banda larga terão grande responsabilidade ao imprimir a mudança para o 5G e devem ser responsáveis por dar suporte a essa transformação na área da saúde.

O relatório se baseia em uma pesquisa feita com 4,5 mil usuários de países com banda larga e internet móvel avançadas, sendo eles: Alemanha, Coreia do Sul, Japão, Reino Unido e Estados Unidos. Também tem como base um outro estudo feito com 900 profissionais da área de saúde desses países.

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