sábado, 24 de junho de 2017

Países da América Latina discutem levar banda larga para todos

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Região deve investir US$ 300 bilhões para conseguir impulsionar as conexões de internet em alta velocidade.


Durante o 5º Congresso Latino-Americano de Telecomunicações (CLT 2017), que aconteceu entre 20 e 23 de junho na cidade de Cartagena, na Colômbia, chegou-se à conclusão que a América Latina precisa investir US$ 300 bilhões para universalizar a banda larga.

A discussão levantou a importância de países da região criarem políticas públicas com a intenção de impulsionar a implantação de redes com conexões de internet em alta velocidade e, também, para melhorar a economia. Para isso, governos, empresas da área e agências reguladoras deverão trabalhar em conjunto e chegar ao valor mencionado.

O formato ainda não foi definido, mas, no geral, os participantes concordaram com o assunto de analisar melhor a estrutura de tributos que atingem o setor em toda a região latino-americana.

Apesar do governo da Colômbia ter proposto um novo objetivo para a banda larga, de atingir a velocidade média de 25 Mbps até 2019, para o diretor executivo da Asiet (uma das organizadoras do Congresso), Pablo Bello, mais importante do que pensar apenas em políticas que beneficiem a velocidade, é preciso, ao mesmo tempo, “reduzir o abismo digital”.

Durante o evento, outro diretor, desta vez da GSMA Latin America, Sebastián Cabello, relembrou que um valor de US$ 255 bilhões já foi investido pelas operadoras em 2015, equivalendo a 5% do PIB da região. Desta vez, a expectativa é que o valor de até 315 bilhões de dólares seja alcançado até 2020.

No Congresso, ainda foi discutido que os países devem renovar os marcos regulatórios de telecomunicações, com leis que considerem as teles e os conteúdos Over The Top (OTT) – serviços de áudio e vídeo pela internet - para evitar a desigualdade entre as empresas.

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