terça-feira, 21 de junho de 2016

Enquete do Senado revela: 99% são contra limite na internet fixa

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Pesquisa contou com a participação de 608 mil pessoas, a maior já registrada pelo site do Senado Federal. Veja o resultado completo.



Como se fosse possível um resultado diferente, o Senado brasileiro divulgou que a maioria dos brasileiros que participaram da pesquisa no seu site, que questionava a imposição de limites na internet banda larga fixa, são contra a prática. Agora veja o resultado: 99% dos usuários votaram contra a limitação de dados na internet. A pesquisa contou com a participação de 608.470 pessoas.

Essa foi a pesquisa que obteve a maior participação na história do site do Senado, bem como a que obteve a maior diferença de um resultado para outro.

Além da pergunta principal, de ser contra ou a favor, o Senado perguntou ainda quais as consequências que a limitação da internet pode acarretar no serviço de modo geral. 64% dos votantes mostraram preocupação maior com a qualidade do serviço, 32% disseram que não muda nada e outros 2% admitiram que com o limite o serviço prestado pode melhorar. A satisfação do consumidor vai piorar para 95% dos participantes.

Mas em relação aos custos, será que o preço médio pago hoje pela internet banda larga vai aumentar ou diminuir com a adição de franquias? Ainda na pesquisa do Senado, 89% dos consumidores relataram que a mensalidade dos planos vai aumentar, enquanto 6% acreditam na diminuição e outros 4% disseram que vai ficar como está. Com isso, 83% das pessoas acreditam que o lucro das teles vai subir com a limitação.

Lembra da decisão do juiz de Sergipe que bloqueou o funcionamento do WhatsApp por 72 horas (na prática, o aplicativo ficou 24 horas sem funcionar)? O Congresso também quis saber se os internautas apoiam a decisão, mesmo diante de uma tentativa da Justiça de investigar e punir criminosos. Para 87% dos participantes, mesmo diante de uma situação grave, a Justiça não deve ordenar a interrupção de plataformas de comunicação. 8% apoiaram a decisão e 5% não tiveram opinião formada.

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