domingo, 20 de março de 2016

Prédios da Vivo ficam às escuras na noite deste sábado, 19

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Ação foi em apoio ao movimento "Hora do Planeta", realizado pela WWF.


O edifício sede da Vivo, na Av. Engenheiro Luís Carlos Berrini, em São Paulo, e outras centenas de lojas e imóveis de filiais da empresa espalhados pelo Brasil, tiveram suas luzes apagadas ou reduzidas entre às 20h30 e 21h30 deste sábado, 20 de março. A ação foi em respeito a Hora do Planeta 2016, organizada em todo o mundo pela ONG World Wide Fund for Nature (Fundo Mundial para a Natureza - WWF).

A Telefônica/Vivo, atualmente, é a única companhia do setor de telecomunicações que apoia oficialmente a ação, que conta com a participação de outras centenas de empresas de diversos setores, instituições educacionais, repartições públicas e pessoas físicas conscientes ecologicamente. Confira a lista completa aqui.

Sustentabilidade na prática

Além de apoiar a Hora do Planeta desde 2008, a Telefônica Brasil diz que vem trabalhando continuamente para melhorar a eficiência energética da sua operação, modernizando os equipamentos e estimulando projetos de eficiência energética. Segundo a mantenedora da Vivo, foram investidos R$ 20 milhões para este fim, somente no ano passado, tendo como resultado um dado animador: 23% de toda a energia consumida pela operadora vieram de fontes sustentáveis.

"Globalmente, o Grupo Telefónica adota a eficiência energética em toda a cadeia de valor para oferecer serviços dispendendo menos recursos e aumentando a produtividade. Além disto, no Brasil, o uso de energia renovável é realidade na empresa desde 2003, quando começamos a comprar energia no mercado livre e abastecer Estações Rádio Base (ERBs) por energia solar e eólica [...] Também passamos a adotar softwares inteligentes na rede que conseguem diminuir o consumo dos equipamentos em períodos de menor tráfego, além de substituir as lâmpadas fluorescentes por lâmpadas LED e os contêineres com ar condicionado por gabinetes com ventilação forçada em várias Estações Rádio Base", diz João Zeni, gerente ambiental da Vivo.

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