sexta-feira, 3 de outubro de 2014

Positivo se alia a Oi e TIM para vender celulares

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A empresa quer aumentar as vendas dos aparelhos que fabrica deixando os mesmos mais visíveis nas lojas das empresas de telefonia.

A Positivo Informática dá mais um passo em sua estratégia de dispositivos móveis. A partir desse mês, aparelhos da marca chegam às lojas das operadoras Oi e TIM. A fabricante espera que esses acordos intensifiquem negócios e amplifiquem cobertura geográfica, uma vez que as operadoras respondem por 40% das vendas de celulares no Brasil.

“Não poderíamos ficar de fora desse canal”, sintetiza Norberto Maraschin Filho, vice-presidente de mobilidade da empresa. Até então, os celulares da marca eram comercializados por uma rede composta por mais de 10 mil pontos no varejo e 9 mil revendas no país.

O executivo cita que há conversas em andamento para alianças semelhantes com a Vivo e a Claro. “Estamos discutindo o portfólio já para Q1 [primeiro trimestre do próximo ano fiscal da fabricante] com essas operadoras também, mas depende um pouco deles”, antecipa o executivo.

O mercado brasileiro comercializou 36 milhões de smartphones em 2013, segundo números da IDC. A expectativa é que esse número dobre em 2018, chegando a 72 milhões de aparelhos. “Quando existe crescimento é mais fácil porque abre novas oportunidades todos os dias”, anima-se.

Mas por causa da baixa popularidade e percepção de qualidade dos produtos da marca por grande parte dos consumidores, o negócio de celulares ainda é pequeno nos resultados da Positivo. A certeza é que esse percentual cresça. “Estamos colocando 100% de nossa energia em mobilidade”, diz Maraschin, apostando que as iniciativas de celulares acompanham a dinâmica pela qual passa o mercado local.


“Temos um grande desafio organizacional de criar uma nova unidade de negócios. Queremos repetir em celular o que fizemos em computadores”, comenta o VP, comparando os smartphones hoje na mesma posição que os PCs ocupavam no início da última década.

A aliança com as telefônicas deve garantir outros ganhos adicionais. “Quando se ganha volume, se ganha eficiência e poder de negociação com os fornecedores. É um circulo virtuoso muito importante”.

Recentemente a Positivo internalizou a produção de smartphones na planta de Curitiba (PR), o que, na visão da empresa ampliou a competitividade dos produtos da marca. Na fabrica, possui capacidade de montar 80 mil aparelhos por mês. Há possibilidade de expansão das linhas de acordo com a necessidade.

A empresa não detalha qual foi a variação no volume de produção com esse processo de internalização nem se a linha de montagem já trabalha a todo vapor, por se tratar de um esforço bastante recente da organização. “O que posso dizer é que estamos nos preparando para uma maratona e ainda estamos na largada”, compara Maraschin.

5 comentários:

  1. A melhor dessas empresas é a Tim.
    Porque a Oi tem promoções ridículas e a marca POSITIVO não prestava nem em computadores, imagine celular com Android aff!!
    Nem de graça eu quero, prefiro LG das marcas ruins kkkk

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  2. LG é ruim sim meu caro, por 289,00 se compra um modelo de "entrada" na Samsung.
    LG G3? Em que mundo o sr. vive?
    Um celular que fala que é de Titânio, ai vc chega na loja e vê que o acabamento IMITA titânio, merece ser considerado top? Desculpe mas não, o Iphone 4 por exemplo feito com materiais de helicóptero, por 999,00 no site da Tim, é muito mais celular que esse LG de "rico desavisado" rs acorda fio!!

    Lg é pra quem é trouxa de pagar caro por um celular que geralmente tem uma memória interna mediocre!!

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  3. Materiais de helicóptero...essa é boa...quantos materiais tem em um helicóptero. Agora esqueci que tem pessoas toxicas na net. Mas vou respeitar o seu comentário. Aliás alguém tem que dar exemplo!!

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