domingo, 9 de fevereiro de 2014

NET adota marca ClaroVídeo em sua plataforma de Vídeo on Demand

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No último dia 30 de janeiro a NET começou a adotar, pela primeira fez, a marca Claro entre seus serviços de vídeo. O serviço de vídeo sob-demanda por assinatura (SVOD) da NET, até então chamado de NetMix, passou a se chamar ClaroVideo, nome que a America Móvil (controladora da NET, da Embratel e da Claro) utiliza para o serviço em toda a América Latina, inclusive no Brasil, onde é comercializado pela operadora móvel Claro.

O serviço de SVOD (ou subscription video-on-demand) consiste no pagamento de uma mensalidade fixa que permite acesso a um acervo de conteúdos de forma ilimitada. No caso do ClaroVideo, são cerca de dez mil títulos. Tanto o NetMix quando o ClaroVideo têm o mesmo fornecedor dos conteúdos: a DLA, que também pertence à América Móvil.

Na prática, nada muda, ainda, para o assinante da NET. Todos os conteúdos existentes no ClaroVideo já estavam disponíveis no Now, que é a plataforma geral de vídeo sob-demanda da operadora. O Now inclui conteúdos que podem ser adquiridos na forma transacional (um valor específico cobrado por título), alguns conteúdos gratuitos e os conteúdos que faziam parte do pacote NetMix, agora rebatizado.

Por enquanto não haverá uma integração plena das plataformas entre a NET e o serviço ClaroVideo oferecido pela Claro. Assim, o assinante NET não terá acesso a esses mesmos conteúdos pela web, pelo celular ou pelas TVs conectadas da Samsung e LG. Da mesma forma, os usuários do ClaroVideo não terão como serem autenticados para ter acesso ao conteúdo através do Now. A NET já vinha trabalhando em um projeto de um Now "everywhere", ou um Now online, e possivelmente nesse segundo momento haverá a integração das plataformas para que os assinantes NET possam ter os conteúdos do ClaroVideo e outros em outras plataformas.

Mas está sendo estudada uma forma de integração parcial para que os assinantes NET possam ser autenticados nas demais plataformas do ClaroVideo (celular, web e smarTVs). Nessa solução intermediária, ainda não será possível o acesso aos conteúdos transacionais.

O passo é importante em relação a uma maior integração de marcas entre Claro e NET nos serviços de vídeo. Até aqui, as duas empresas já trabalhavam juntas, mas na oferta de pacotes combinados de celular, TV paga e banda larga.

Via Teletime

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