quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Satélite antiespionagem deve entrar em órbita a partir de 2016

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O governo brasileiro quer iniciar em outubro a construção do satélite geoestacionário brasileiro, um projeto orçado em pouco mais de US$ 600 milhões, para evitar a espionagem das comunicações no País.

Atualmente o Brasil vive uma situação extremamente vulnerável porque a comunicação de dados, telefonia, sinais de TV paga e até comunicações militares passam pelo satélite da Embratel, empresa privatizada em 1997 que agora pertence ao empresário mexicano Carlos Slim, também dono da operadora Claro e Net.

O texto destaca que no mês passado foi escolhido um grupo franco-italiano, o Thales Alenia Space, para fornecer a tecnologia e o satélite que, por sua vez, seria construído por uma joint-venture chamada Visiona, cujo capital virá da Telebrás e da Embraer.
Espionagem presidencial

No último domingo (01) o programa Fantástico, da Rede Globo, mostrou documentos que comprovariam que a Agência Nacional de Segurança dos Estados Unidos (NSA, sigla em inglês), monitorou a comunicação da presidente Dilma Rousseff e de seus assessores mais próximos para obter informações que, segundo os documentos, auxiliariam os americanos a entender como funciona o governo brasileiro e poderiam facilitar a abordagem da comunicação bilateral. 

O caso deixou as autoridades brasileiras muito irritadas e causou um grande embaraço diplomático.O Brasil exigiu que os americanos enviassem uma resposta por escrito das denúncias e classificou o ato, se comprovado, de uma "violação inadmissível da soberania nacional".

Antes do suposto "grampo" presidencial vir a tona o embaixador americano no Brasil, Thomas Shannon, já havia negado ao governo e dito publicamente que os EUA não violavam as comunicações locais. Segundo ele, a NSA apenas monitorava os metadados, ou seja, o fluxo de dados do País, mas não acessava o conteúdo das mensagens de e-mail ou telefone.

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