quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Sercomtel pode estar à venda

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O prefeito de Londrina, Alexandre Kireeff, revelou a existência de um estudo com aproximadamente 20 dias, apontando medidas que podem ser adotadas para evitar que o município tenha prejuízos com a Sercomtel

De acordo com a informação do prefeito o estudo foi feito durante uma imersão de técnicos da Sercomtel e da Copel, empresa que também é acionista da companhia telefônica. 

Segundo Kireff, a avaliação aponta algumas medidas para o futuro da empresa. Uma delas seria a venda total da Sercomtel. O prefeito revelou ser mais favorável a uma outra opção que permitiria a comercialização somente do controle acionário da empresa.

Vale a pena lembrar que para a Prefeitura vender a Sercomtel é preciso realizar um plebiscito na cidade. 

A Lei 7.347, aprovada em 1998, possibilitou ao então prefeito Antônio Belinati vender 45% das ações da telefônica à Copel. Após o escândalo de corrupção no governo de Belinati, a lei recebeu uma nova redação, em 2000, com a aprovação de um projeto de Tercílio Turini (PPS) na Câmara. Na nova versão, ficou estabelecida a exigência do plebiscito. 

Em 2001, o prefeito Nedson Micheleti (PT) tentou comercializar a empresa, mas a proposta foi rejeitada pelos londrinenses. O voto era facultativo e na época foram 16.505 contrários à privatização da empresa, e 14.781 votos a favor, além de 126 votos em branco e 204 nulos.

Diante desta notícia surgem perguntas: Se realmente for concretizada a intenção de vender a Sercomtel, qual seria a empresa interessada? Será que uma das gigantes das telecomunicações? Isso seria bom ou ruim?

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